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Quando oferecemos o dízimo, por amor a Deus, o céu se abre e muitas bênçãos são derramadas. O amor de Deus invade todo o nosso ser, transcendendo o visível, fazendo-se percebido nas ações mais condizentes com o cristão: de fraternidade, justiça, paciência, humildade, alegria, coragem, fortaleza
O Que fazemos para nós mesmos, acaba com a nossa morte. O que fazemos para os outros, se eterniza.

– Dízimo: Canal extraordinário de graça; fonte de Alegria.

– Não te preocupes com os 10% que eventualmente queiras dar de dízimo.

Pensa, antes, nos 90% que Deus tem reservado para ti.

– Dízimo é Partilha! Partilhar não é dar o que sobra. Partilhar é dar o que o outro precisa.

– O Dízimo não é uma porcentagem (10%). É um compromisso de fidelidade com Deus, a Igreja e os pobres.

– Dízimo não é mais uma forma de arrecadar dinheiro por parte da Igreja.

Dízimo é uma Pastoral, uma catequese para todos sermos mais Igreja.

– Dinheiro e Dízimo não são a mesma coisa. Para dar dinheiro, basta tê-lo; para dar dízimo é preciso ter fé, conscientizar-se, é participar é viver o compromisso de fidelidade e amor a Deus por meio da comunidade.

DÍZIMO OU OFERTA?

O Dízimo faz parte da lei do amor. Só quem ama a Deus e ao próximo persevera como dizimista. E justamente por essa razão existe o quinto mandamento da Igreja – Pagar o Dízimo segundo o costume – que não somente reconhece seu valor, como também necessita dele para evangelizar. Com o dízimo, a evangelização se propaga de maneira digna e equilibrada.

É verdade que na Bíblia Sagrada Deus nos pede o Dízimo e a Oferta. “Pagai integralmente os dízimos à casa do Senhor” (Mal 3,10). “Dizei ao povo de Israel que me faça uma oferta diz o Senhor”(Ex 25,2). Existe uma grande diferença entre Dízimo e Oferta, embora ambos sejam fruto de nossa fé, do nosso reconhecimento, da nossa gratidão para com Deus, da nossa generosidade, de nosso coração. Dízimo é devolver a Deus, com fidelidade, uma parte de tudo aquilo que Ele próprio nos dá, como primícias da nossa renda. Quer dizer que toda vez que Deus nos dá, nós separamos “as primícias”, a parte consagrada a Ele, e fazemos a devolução. Se a nossa renda é a colheita, nós daremos o nosso Dízimo quando realizarmos a nossa colheita no campo. Se a nossa renda é o nosso salário, devolveremos nosso Dízimo como primeiro gesto de gratidão a Deus, logo que recebermos o nosso salário. Se a nossa renda for fruto da venda de algum bem, daremos o Dízimo da nossa renda ao receber o que ganhamos com a venda daquele bem. O Dízimo tem um destino certo: a Igreja de Jesus Cristo, para a realização da obra de Deus, de acordo com um plano pastoral que abrange a dimensão religiosa, social e missionária. Este plano tem continuidade, não pode sofrer interrupções, por isso deve contar com recursos regulares. É o Dízimo que deve sustentar o plano pastoral da Igreja para a realização da obra de Deus. A Oferta é livre, não tem momento certo, depende da necessidade de quem solicita e da disponibilidade de quem oferece. As ofertas se destinam geralmente para a realização de obras complementares ou para socorrer alguma emergência pessoal ou comunitária, ou ajudar o plano pastoral da Igreja, mas como acréscimo ao Dízimo, que constitui a pastoral de sustentação da vida paroquial.

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